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Serenatas

Orquestra Metropolitana de Lisboa
Direção musical de Nuno Silva
22 de janeiro . 17h00

A palavra “serenata” lembra-nos cenários rústicos e trovas de amor.

Porém, já desde finais do século XVIII, o termo estendeu-se ao domínio da música instrumental. Eram peças de curta duração vocacionadas para o entretenimento social e tocadas por pequenos agrupamentos, na maioria dos casos por uma só família de instrumentos, fossem sopros ou cordas.

Com o avançar do tempo, o género assumiu maior ambição artística. É o caso das serenatas que se juntam neste programa, assinadas por dois compositores que se conheciam bem.

O Op. 16 de Brahms data do final da década de 1850 e aparece aqui numa transcrição para sopros do naipe das madeiras, na companhia do contrabaixo. São cinco pequenas peças em que já se vislumbra a grandiosidade das quatro sinfonias compostas mais tarde.

O Op. 44 de Dvořák surgiu duas décadas mais tarde, sem flauta, mas com três trompas. Nela combinam-se reminiscências do estilo de Mozart e a inconfundível sonoridade da música tradicional da região da Boémia.

Detalhes

Data:
22 Janeiro
Hora:
17:00 - 18:00
Categoria de Espetáculo:

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BILHETES: 14 € . Bilheteira Online
SINOPSE: Serenatas de Brahms e Dvořák interpretadas pela Orquestra Metropolitana de Lisboa
DIREÇÃO MUSICAL: Nuno Silva
PROGRAMA:
Serenata N.º 2 (arr. Mark Popkin)
Brahms
Serenata para Sopros
A. Dvořák

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