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Música

Serenatas – OAM

Orquestra Académica Metropolitana
17 de maio . 17h00

A palavra serenata lembra-nos cenários rústicos e trovas de amor. Porém, desde finais do século XVIII, o termo estendeu-se também ao domínio da música instrumental. Tratava-se de peças de curta duração, vocacionadas para o entretenimento social e tocadas por pequenos agrupamentos, na maioria dos casos por uma só família de instrumentos, fossem sopros ou cordas. Com o passar do tempo, o género assumiu maior ambição artística. É o caso das serenatas reunidas neste programa, assinadas por dois compositores que se conheciam bem.

O Op. 44 de Dvořák surgiu no final da década de 1870, sem flauta, mas com três trompas. Nele combinam-se reminiscências do estilo de Mozart e a inconfundível sonoridade da música tradicional da região da Boémia. O Op. 16 de Brahms foi composto duas décadas antes. Trata-se de cinco pequenas peças nas quais já se vislumbra a grandiosidade das quatro sinfonias compostas mais tarde.

PROGRAMA

Antonín Dvořák (1841-1904) – Serenata para Sopros, Op. 44 (1878) 

25 min. 

I. Moderato, quasi marcia

II. Minuetto: Tempo di minuetto

III. Andante con moto

IV. Finale: Allegro molto

Johannes Brahms (1833-1897) – Serenata N.º 2, Op. 16 (1858-9)

30 min. 

I. Allegro moderato

II. Scherzo: Vivace

III. Adagio non troppo

IV. Quasi minuetto

V. Rondo: Allegro

Detalhes

Data:
17 Maio
Hora:
17:00 - 18:00
Categoria de Espetáculo:

Outro

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BILHETES: 7 € . Bilheteira Online
SINOPSE: O programa reúne serenatas de Dvořák e Brahms, mostrando a evolução deste género musical de entretenimento para uma forma de maior ambição artística.
DIREÇÃO MUSICAL: Jean-Marc Burfin

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