
Dia Mundial da Música 2025
Orquestra Metropolitana de Lisboa
1 de outubro . 21h00

Orquestra Metropolitana de Lisboa
1 de outubro . 21h00
O mundo está em permanente transformação. Por mais inabalável que pareça tudo à nossa volta, existe sempre uma vaga profunda que cria tensões e obriga à mudança. A exaustão torna-se, então, motivo de inspiração; desmonta rotinas e desperta caminhos alternativos.
Tal frutos amadurecidos, as duas obras musicais que se juntam neste Dia Mundial da Música resultam dessa inquietação.
A monumentalidade de “Júpiter” – a derradeira sinfonia de Mozart – rompe com a tradição clássica e antecipa soluções que influenciaram Beethoven e os compositores românticos.
Um século mais tarde, já em 1899, caberia a Schoenberg ousar a transição entre o Romantismo e as tendências modernistas do fin de siècle. Para o efeito, baseou-se num poema em que o amor transfigura a agonia da dor em otimismo e superação.
São duas obras-primas que queremos conhecer de perto.
Noite Transfigurada, Op. 4 (1899)
Arnold Schoenberg (1874-1951)
[duração aproximada: 30 min.]
I. Grave
II. Molto rallentando
III. Pesante – Grave
IV. Adagio
V. Adagio
Sinfonia N.º 41, em Dó Maior, KV 551, Júpiter (1788)
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
[duração aproximada: 31 min.]
I. Allegro vivace
II. Andante cantabile
III. Minuetto: Allegretto
IV. Molto allegro