
Concerto de Ano Novo
Orquestra Metropolitana de Lisboa
2 de janeiro . 21h00

Orquestra Metropolitana de Lisboa
2 de janeiro . 21h00
A Torre Eiffel ainda não existia ali ao lado, quando em 1867 Johann Strauss Júnior e a sua orquestra tocaram a versão instrumental da valsa O Belo Danúbio Azul, na Exposição Universal de Paris diante de corpos diplomáticos de todo o mundo.
O sucesso foi de tal ordem que se tornou o «Rei da Valsa», uma autêntica estrela pop internacional. Era prenúncio da tradição que perdura nos nossos dias à escala planetária, o Concerto de Ano Novo.
A elegância das melodias intemporais de Strauss continuam a transmitir a energia de que precisamos para enfrentar novos ciclos com vibrações positivas e coração cheio.
Para brindar 2026, junta-se-lhe aqui glamour provindo dos dois extremos da Europa. De Moscovo, a exuberância de Khachaturian e a afetação romântica de Tchaikovsky. Da ensolarada Península Ibérica, a alegria vigorosa de Freitas Branco e o salero de Falla.
PROGRAMA
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Valsa Rosas do Sul, Op. 388 (1880)
Johann Strauss II
Polca rápida Na Caça, Op. 373 (1875)
Johann Strauss II
Valsa Imperador, Op. 437 (1889)
Johann Strauss II
Valsa da peça teatral Masquerade (1941)
Aram Khachaturian (1903-1978)
Fandango, Finale da Suíte Alentejana N.º 1 (1919)
Luís de Freitas Branco (1890-1955)
Farruca (Dança do Moleiro), do bailado O Chapéu de Três Bicos (1917; 1919)
Manuel de Falla (1876-1946)
Valsa das Flores, do bailado O Quebra-Nozes (1892)
Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893)
Valsa Sangue Vienense, Op. 354 (1883)
Johann Strauss II
Polca rápida Tique-Taque, Op. 365 (1874)
Johann Strauss II
Valsa No Belo Danúbio Azul, Op. 314 (1867)
Johann Strauss II