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Mazgani e Ana Lua Caiano
23 de abril . 21h00

Mazgani e Ana Lua Caiano
23 de abril . 21h00
Mazgani
Mazgani iniciou a sua carreira com a edição do álbum Song of the New Heart, no final de 2007. Esta estreia foi amplamente aclamada pela crítica nacional e internacional: a revista francesa Les Inrockuptibles considerou-o um dos 20 melhores novos artistas musicais da Europa. Já no final de 2008, o International Songwriting Competition — cujo painel de jurados incluía nomes como Tom Waits e Jerry Lee Lewis — atribuiu ao tema Somewhere Beneath the Sky o terceiro lugar, entre 16.000 participantes de todo o mundo.
Em 2009, lançou o EP Tell the People, pela Optimus Discos, e a edição internacional Ladies and Gentlemen, Introducing Mazgani. Esta última reúne cinco temas do EP, cinco do álbum de estreia e ainda o inédito Slaughterhouse of Love. Seguiram-se várias digressões pelo Benelux e Escandinávia, incluindo um showcase no Festival Eurosonic, em janeiro de 2010.
Em abril de 2010, editou o seu segundo álbum de originais, Song of Distance, que entrou no top 20 de vendas da AFP. Nesse período, dedicou-se intensamente à estrada, com concertos em Portugal e em vários países europeus, como a Holanda e França (incluindo o festival Europavox). O disco integrou diversas listas de melhores do ano.
Ainda em 2010, compôs a música e assumiu a direção musical da peça O Sr. Puntila e o Seu Criado Matti, de Bertolt Brecht, levada à cena pelo Teatro Aberto e vencedora do Globo de Ouro para Melhor Peça.
Em 2011, iniciou uma digressão internacional por Espanha, França e Holanda, regressando a Lisboa para um concerto esgotado no Teatro Aberto. A tournée foi documentada no road movie de Rui Pedro Tendinha, Estrada para Mazgani, estreado no festival IndieLisboa. No final do mesmo ano, Song of Distance foi reeditado na Alemanha.
Em 2013, lançou Common Ground, o seu terceiro álbum, produzido por John Parish (PJ Harvey, Eels), com a colaboração de Mick Harvey (Nick Cave & The Bad Seeds), gravado e misturado em Bristol, Inglaterra.
Em 2015, editou Lifeboat, onde reinterpreta temas de artistas como PJ Harvey, Leonard Cohen, Elvis Presley, Cole Porter e Lee Hazlewood. Este trabalho, uma leitura muito pessoal do seu universo musical, foi co-produzido com Hélder Nelson.
O quinto álbum de originais, The Poet’s Death, foi lançado em setembro de 2017, co-produzido por Mazgani e Peixe (Ornatos Violeta). Para além da aclamação da crítica e da entrada direta no top nacional de vendas, a digressão esgotou várias salas por todo o país. Em fevereiro de 2020, editou o tema The Gambler Song.
O ano de 2024 marcou o regresso às edições, com um novo disco em que, pela primeira vez na sua carreira, todas as canções foram escritas e cantadas em português.
Ana Lua Caiano
A folktrónica numa one-woman band.
O ano de 2026 assinala o regresso de Ana Lua Caiano ao estúdio, com a edição de um novo álbum prevista para o final do ano, acompanhada por uma digressão especial em teatros e clubes. Em 2025, realizou mais de 60 concertos em Portugal e no estrangeiro, incluindo participações em festivais de grande dimensão, como o La Línea, no Reino Unido.
Recebeu o “Prémio da Crítica” nos PLAY e o galardão de “Melhor Artista Solo” nos FUTURAWARDS, afirmando-se como uma das artistas mais relevantes da atualidade.
Ana Lua Caiano cruza tradição e modernidade, explorando a fusão entre a música tradicional portuguesa e a eletrónica. O seu trabalho combina sons do passado com sintetizadores, drum machines e gravações de campo.
Em 2024, lançou o álbum de estreia Vou Ficar Neste Quadrado, editado pela Glitterbeat, amplamente aclamado pela crítica nacional e internacional e destacado como um dos melhores do ano. Nesse mesmo ano, foi nomeada para os Music Moves Europe Awards, participou no COLORSXSTUDIO, atuou no emblemático Roskilde Festival e venceu o Globo de Ouro para “Melhor Canção” com Deixem o Morto Morrer.