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Fevereiro – Março 2018

Fev 23 Sex
Um D. João Português
Um D. João Português @ Sala Principal

Molière não foi o único autor a dedicar-se à figura de D. João. Ao longo dos séculos, o libertino inspirou obras de Tirso de Molina, Lord Byron e, talvez a mais famosa de todas, a ópera Don Giovanni, de Mozart.

Luis Miguel Cintra parte de uma tradução de cordel portuguesa do séc. XVIII, anónima e em que o nome do dramaturgo francês é omisso, e evoca um conjunto de referências culturais e artísticas de vários tempos para construir um espetáculo em que D. João é, mais do que europeu, verdadeiramente português.

Construído ao longo de 2017 em quatro cidades, Montijo, Setúbal, Viseu e Guimarães, o espetáculo acompanha o percurso em fuga de D. João e do seu fiel criado Esganarelo, como se de um road movie se tratasse.

A vida vai-se revelando no contacto de ambos com as mais diversas realidades, da mais densa reflexão filosófica à entrega aos prazeres mais simples. Constante, porém, é a busca pela total liberdade por parte do protagonista, que tenta escapar a tudo aquilo que possa impedi-lo de viver como bem lhe apetece.

Existe, ainda assim, um único limite que talvez não lhe seja possível transpor: a morte.

Sobre Luis Miguel Cintra

Curso de Românicas. Ator e encenador desde 1969, quando começou no Grupo de Teatro da Faculdade de Letras. Curso de Teatro em Inglaterra. Fundador e diretor do Teatro da Cornucópia desde 1973 e durante 43 anos. Ator de teatro e cinema, encenador de teatro e ópera, Comendador, Prémio Pessoa.

Fev 24 Sáb
Um D. João Português
Um D. João Português @ Sala Principal

Molière não foi o único autor a dedicar-se à figura de D. João. Ao longo dos séculos, o libertino inspirou obras de Tirso de Molina, Lord Byron e, talvez a mais famosa de todas, a ópera Don Giovanni, de Mozart.

Luis Miguel Cintra parte de uma tradução de cordel portuguesa do séc. XVIII, anónima e em que o nome do dramaturgo francês é omisso, e evoca um conjunto de referências culturais e artísticas de vários tempos para construir um espetáculo em que D. João é, mais do que europeu, verdadeiramente português.

Construído ao longo de 2017 em quatro cidades, Montijo, Setúbal, Viseu e Guimarães, o espetáculo acompanha o percurso em fuga de D. João e do seu fiel criado Esganarelo, como se de um road movie se tratasse.

A vida vai-se revelando no contacto de ambos com as mais diversas realidades, da mais densa reflexão filosófica à entrega aos prazeres mais simples. Constante, porém, é a busca pela total liberdade por parte do protagonista, que tenta escapar a tudo aquilo que possa impedi-lo de viver como bem lhe apetece.

Existe, ainda assim, um único limite que talvez não lhe seja possível transpor: a morte.

Sobre Luis Miguel Cintra

Curso de Românicas. Ator e encenador desde 1969, quando começou no Grupo de Teatro da Faculdade de Letras. Curso de Teatro em Inglaterra. Fundador e diretor do Teatro da Cornucópia desde 1973 e durante 43 anos. Ator de teatro e cinema, encenador de teatro e ópera, Comendador, Prémio Pessoa.

Fev 26 Seg
Toda a Nudez será Castigada
Toda a Nudez será Castigada @ Sala Principal

Herculano, proveniente de uma família conservadora, cheia de tias beatas, fica viúvo e com um filho para educar.

O filho, Serginho, pede-lhe que jure nunca mais casar e o pai concede, fazendo o juramento.

Patrício, irmão de Herculano e endividado com mulheres e jogo, apresenta-lhe uma prostituta, por quem o protagonista se apaixona. Ela é Geni, uma mulher que vive em constante agonia e êxtase pela obsessão em morrer de cancro da mama.

Contra tudo e contra todos, Herculano casa-se com Geni e passa a viver com ela no casarão da família.

Ali, Geni conhece Serginho, por quem se envolve e se apaixona. Serginho procura acabar com o casamento do pai a todo custo e, apesar das tendências homossexuais, mantém um caso com a madrasta.

“Grandes Cómicos, Grandes Comédias” dá o mote à atual masterclass que o cineasta e crítico cinematográfico Lauro António traz ao Fórum Municipal Luísa Todi.

Mais de meia centena de obras estão em destaque ao longo do programa dinamizado durante o ano. Este é o quarto ciclo que Lauro António apresenta em Setúbal, depois de séries dedicadas aos clássicos americanos e italianos e, mais recentemente, às mais sensuais atrizes da história do cinema.

O conhecido crítico marca presença a cada sessão para apresentar ao público as obras em projeção.

Mar 2 Sex
Percussões da Metropolitana
Percussões da Metropolitana @ Sala Principal

Atuação, no âmbito da IV Temporada Sinfónica de Setúbal, da Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Interpretação de a “Sagração da Primavera”, de Igor Stravinsky, com transcrição para orquestra de percussões de Miguel Sobral Curado, e de “Concerto para Beleza e Vibrafone”, versão para orquestra de percussão, de Jorge Salgueiro.

Atuação de Marco Fernandes como solista.

Programa

No que respeita à Música, uma das principais “dádivas” do século XX foi a possibilidade de contemplarmos a qualidade expressiva dos sons, independentemente de serem, ou não, produzidos por instrumentos convencionais.

De rompante, escancararam-se as portas de universos tímbricos tão fascinantes como a eletrónica e as percussões. Assim, podemos hoje ouvir uma orquestra exclusivamente composta por instrumentos de percussão interpretar “A Sagração da Primavera”, a música que Stravinsky escreveu para o bailado que recria o sacrifício divino de uma jovem num ritual primitivo em favor de boas colheitas.

Nesta transcrição de Miguel Sobral Curado sobressaem a repetição obstinada de acordes maciços, a imprevisibilidade rítmica e uma intensidade física e emocional que recria fielmente o original de 1913.

De igual modo, também o “Concerto para Beleza e Vibrafone”, de Jorge Salgueiro, deriva aqui numa transcrição para orquestra de percussão, desta feita assinada pelo próprio compositor (a primeira versão, de 2015, destinava-se a vibrafone solista com orquestra de cordas e metais).

A parte eletrónica soletra a palavra «Beleza» em várias línguas, estabelecendo um diálogo estreito com uma partitura de pendor minimalista.

 

Jorge Salgueiro (n. 1969)
Concerto para Beleza e Vibrafone
(2015; versão para orquestra de percussão)
25’

Igor Stravinsky (1882-1971)
“A Sagração da Primavera”
(1913; transcrição para orquestra de percussão de Miguel Sobral Curado)
35’

Parte I – Adoração da terra

I. Introdução
II. Presságios da Primavera
III. Ritual de abdução
IV. Círculos da Primavera
V. Ritual das Tribos Rivais
VI. Procissão dos sábios – O Sapiente
VII. Dança da Terra

Parte II – O Sacrifício

VIII. Introdução
IX. As rodas misteriosas das jovens meninas
X. Regozijo dos Escolhidos
XI. Invocação dos Ancestrais
XII. Ritual dos Ancestrais
XIII. Dança do Sacrifício

Mar 3 Sáb
Cais do Sodré Funk Connection
Cais do Sodré Funk Connection @ Sala Principal

O título do último disco dos Cais do Sodré Funk Connection, editado em 2016, “Soul, Sweat & Cut the Crap”, diz-nos praticamente tudo o que importa saber sobre a música que fazem: vem da alma, exige energia e entrega e é honesta e direta. Sem truques, sem artifícios, sem efeitos especiais ou enquadramentos artificiais de modas vazias.

O som dos Cais do Sodré Funk Connection é, obviamente, canalizado através dos grandes: de James Brown a Aretha Franklin, de Marvin Gaye a Etta Jones, reis e rainhas que ainda hoje são referências incontestadas onde quer que se valorize o poder da alma acima do ruído das luzes.

Uma linhagem nobre que sustentou revoluções como o Civil Rights Movement e meteu um presidente na Casa Branca e que hoje é defendida por verdadeiros combatentes do amor como Sharon Jones ou Charles Bradley.

A música dos Cais do Sodré Funk Connection é da mesma estirpe, tem o mesmo nervo. Como o jazz ou o rock and roll, que se tornaram linguagens universais e globalizadas, também a soul por aqui faz sentido. Também se canta nas igrejas de cá. E igreja pode ser um sítio qualquer onde se expõe a alma.

Durante muito tempo os Cais do Sodré Funk Connection fizeram das noites de quinta-feira momento de peregrinação especial para uma cerimónia de ritmo no Musicbox. Foi aí que conquistaram fãs. E dos palcos para o estúdio foi um pequeno passo, de dança.

João Gomes, Francisco Rebelo, David Pessoa, João Cabrita, José Raminhos, Miguel Marques e Rui Alves são os inexcedíveis instrumentistas de serviço, poços de bom gosto em que sabe bem mergulhar. À frente, a classe pura de Silk e Tamin, que injetam alma em cada tema como se o Cais do Sodré fosse ali algures ao lado de Memphis, um sítio obrigatório para passar a caminho dos estúdios da Stax.

Música assim não se prende ao tempo, só à alma de quem a ela se entrega.

Mar 4 Dom
Fábrica dos Sonhos

A “Fábrica dos Sonhos” é o espetáculo de teatro musicado para toda a família.

Um espetáculo que fala dos sonhos de uma criança que vê o mundo de forma diferente, mas que é atormentado por pesadelos que são sonhos para outros.

Uma história com muita luz, cor e música que pretende passar uma mensagem de esperança e de aceitação e respeito pela diferença.

Fábrica  de Sonhos (galeria 7) Fábrica  de Sonhos (galeria 6) Fábrica  de Sonhos (galeria 5) Fábrica  de Sonhos (galeria 4) Fábrica  de Sonhos (galeria 3) Fábrica  de Sonhos (galeria 2) Fábrica  de Sonhos (galeria 1)

Mar 5 Seg
O Clube
O Clube @ Sala Principal

Cinco adolescentes, alunos do ensino secundário, cometem pequenos delitos e, como punição, têm que passar o sábado na escola, numa sala de castigo, a escrever uma redação sobre o que pensam de eles próprios.

O grupo reúne jovens com perfis completamente diferentes: o popular, a betinha, a esquisita, o nerd e o rebelde.

Com o passar do dia, eles acabam por se conhecer melhor e aceitar as diferenças que existem entre cada um, partilhando os segredos mais pessoais com o grupo.

“Grandes Cómicos, Grandes Comédias” dá o mote à atual masterclass que o cineasta e crítico cinematográfico Lauro António traz ao Fórum Municipal Luísa Todi.

Mais de meia centena de obras estão em destaque ao longo do programa dinamizado durante o ano. Este é o quarto ciclo que Lauro António apresenta em Setúbal, depois de séries dedicadas aos clássicos americanos e italianos e, mais recentemente, às mais sensuais atrizes da história do cinema.

O conhecido crítico marca presença a cada sessão para apresentar ao público as obras em projeção.

Mar 9 Sex
Jovens Coreógrafos (antestreia)
Jovens Coreógrafos (antestreia) @ Sala Principal

Três criações com estreia absoluta, resultado do trabalho de três jovens coreógrafos e bailarinos, Ágata Carvalho, Elson Ferreira e Flávio Silva, com a Pequena Companhia/Little Company da Academia de Dança Contemporânea de Setúbal.

Apresentação exclusiva para escolas e lares de idosos.

Mar 10 Sáb
Jovens Coreógrafos (estreia)
Jovens Coreógrafos (estreia) @ Sala Principal

Três criações com estreia absoluta, resultado do trabalho de três jovens coreógrafos e bailarinos, Ágata Carvalho, Elson Ferreira e Flávio Silva, com a Pequena Companhia/Little Company da Academia de Dança Contemporânea de Setúbal.

Mar 12 Seg
A República dos Cucos
A República dos Cucos @ Sala Principal

Dois caloiros numa universidade querem entrar para uma república de estudantes, mas só conseguem ser aceites na que granjeia a pior fama em todo o campus universitário.

A vida académica rapidamente transforma-se numa paródia para ambos, até que as coisas se começam a complicar quando o reitor fica determinado em expulsar todos os estudantes que integram a problemática república.

“Grandes Cómicos, Grandes Comédias” dá o mote à atual masterclass que o cineasta e crítico cinematográfico Lauro António traz ao Fórum Municipal Luísa Todi.

Mais de meia centena de obras estão em destaque ao longo do programa dinamizado durante o ano. Este é o quarto ciclo que Lauro António apresenta em Setúbal, depois de séries dedicadas aos clássicos americanos e italianos e, mais recentemente, às mais sensuais atrizes da história do cinema.

O conhecido crítico marca presença a cada sessão para apresentar ao público as obras em projeção.