18 Outubro 21:30
Orquestra Académica Metropolitana

Onde: Sala Principal

Custo: 5 €

Título: Orquestra Académica Metropolitana
Sinopse: Alunos do Curso de Direção de Orquestra da Metropolitana interpretam "Imagens Húngaras", Sz. 97, de Béla Bartók, "Petite Suite" (orq. de Henri Büsser), de Claude Debussy, e Sinfonia n.º 5, Op. 67, de Ludwig van Beethoven
Direção Musical: Jean-Marc Burfin
Agenda: 18 de outubro, sábado, 21h30
Bilhetes: 5 €

Diante da Quinta Sinfonia de Beethoven todos nos rendemos, sem condição.

Imune à evolução dos gostos e ao passar das modas, é uma obra que desde há mais de duzentos anos se impõe com arrebatamento, como se se erguesse um monumento de cada vez que é tocada.

São quatro andamento de progressivo êxtase, rumo ao efeito triunfante dos últimos compassos.

Antes, na primeira parte do concerto, os jovens músicos da Orquestra Académica Metropolitana interpretam obras de outros dois compositores que também dispensam apresentação.

São duas orquestrações de peças originalmente escritas para piano, ambas evocativas de imaginários muito característicos.

As (cinco) Imagens Húngaras de Bartók transportam-nos para paisagens magiares, sobre melodias tradicionais daquele país.

Já pela mão do francês Debussy, mergulhamos num universo de subtilezas musicais inspiradas na poesia de Paul Verlaine. Destaca-se en bateau a muito conhecida peça que abre esta pequena suite.

Historial

A OAM – Orquestra Académica Metropolitana estreou-se em 1993, na sequência da criação da Academia Superior de Orquestra – uma instituição única no País, destinada a formar músicos profissionais nas áreas de Instrumento e Direção de Orquestra.

Entre 1994 e 2000, a Academia foi orientada pedagogicamente pelo professor João Pinheiro, a quem se deve parte do sucesso e reconhecimento que a escola tem hoje em dia. Desde o início, a OAM é orientada por Jean-Marc Burfin que é, simultaneamente, maestro titular e diretor artístico.

Constituída inicialmente por menos de trinta elementos, a OAM é hoje uma formação sinfónica englobando cerca de 70 músicos. Com uma temporada que se estende ao longo de cada ano letivo, a OAM mantém uma atividade regular de ensaios e concertos, apresentando-se não só na área metropolitana de Lisboa como também noutras localidades do País.

Com largas centenas de concertos realizados, abarcando um reportório que vai do Barroco à música do século XX, a OAM tem executado obras de compositores tão representativos como Bach, Haydn, Mozart, Beethoven, Brahms, Schubert, Mendelssohn, Mahler, Ravel, Debussy, Milhaud, Bartók, Hindemith, Stravinski e Varèse.

Além do maestro titular, a OAM é habitualmente dirigida pelos alunos do Curso Superior de Direção de Orquestra. Muitos dos concertos contam com a presença de maestros convidados, tais como Jean-Sébastien Béreau, Pascal Rophé, Robert Delcroix e Brian Schembri.

A OAM possibilita ainda aos alunos da Academia a apresentação regular a solo com orquestra. Já teve, ainda, o privilégio de tocar com vários solistas de renome como António Rosado, Gerardo Ribeiro, Paulo Gaio Lima, Liliane Bizineche, Francine Romain, Miguel Borges Coelho, Artur Pizarro, François Leleux e, num concerto humorístico, o quarteto italiano Banda Osíris.